O estado da Europa

Jean-Claude Juncker tomou hoje o pulso à Europa num discurso perante o Parlamento Europeu. Entre outras propostas afirmou que em 2019, todos os países da UE devem estar na zona euro, no espaço de Schengen (zona de livre circulação) e na união bancária. Ou seja propõe uma Europa a uma velocidade, tarefa que o Brexit de alguma forma veio facilitar.

Referindo-se às migrações afirmou que a “Europa não é uma fortaleza, nem nunca o será”, uma mensagem clara na direcção dos países de Visegrado, e que os 27 têm de apoiar a Líbia a dar condições humanas e dignas aos campos de refugiados ( campos é um eufemismo para infernos ). 

“O nosso continente tem que se unir e não dividir-se”. 
A Europa esquece-se muitas que vive no melhor dos mundos, geograficamente ( não há verdadeiros desertos e catástrofes naturais devastadoras são raras)e politicamente ( vivemos num espaço de direitos, liberdades e garantias). 

Quando deixou o poder, em 1998, o chanceler alemão Helmut Kohl escreveu “para aqueles que perguntam que benefícios traz a unidade da Europa, a resposta, apesar do período de paz europeia sem precedentes e a apesar dos problemas e de dificuldades que teremos de ultrapassar, é:paz”.

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