Viagem 

Quero ser vento que não mora, mas vai.Saltimbanco de terra em terra cujo movimento não conhece laço,

Conhecer o mundo como um rosto amado.

Quero sentir o chão debaixo dos pés descalços, a vastidão marinha, inventar o espanto.

Percorrer muitas estradas 

sem esquecer o caminho de casa. 
Quero da vida ser medida e arquitecta
Nunca errar a direcção.

Não sentir saudade, conservar intacta a tua ausência. 
E no regresso da viagem 
Ser fiel a cada hora do vivido, 

Entrar em casa e seres meu abrigo. 

 


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