Das coisas que importam

Esta fotografia que partilho foi-me enviada hoje de Balsas, uma cidadezinha, no Maranhão profundo, por uma pessoa de quem gosto muito.

Saber que alguém do outro lado do mundo pensa em nós com carinho é daquelas dádivas que não se quantificam, mas nos envolvem com o abraço diáfano da ternura.

Li em tempos que cada viagem que fazemos deixa-nos mais longe da origem. Porque sempre que regressamos somos outra gente e outros lugares dentro de nós. Na verdade acredito que cada viagem, que cada amigo novo que se conquista nos aproxima mais da origem, e essa origem é a gentileza, a generosidade, a partilha e a entrega, porque a vida é um fósforo. Sem Amor, em todas as todas as suas acepções a vida nada vale. 

 

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