Notas breves – o fim do touchscreen

Passo os olhos pela imprensa de domingo enquanto espero pelo voo para Lisboa. Ucrânia, Ébola, a ideia peregrina da Deutsche Bahn de abolir os maquinistas e automatizar os comboios alemães. Na página de ciência anuncia-se o fim do Touchscreen. Os telemóveis do futuro serão comandados por movimentos da mão no espaço. A tecnologia está a ser desenvolvida pela Universidade de Washington e estará disponível nos próximos anos. Será o fim de uma época, jamais voltaremos a ter a confortável cumplicidade que tínhamos com o “velho”, leia-se táctil, smartphone. Será outro tipo de relacionamento, mais exigente e mais imaginativo. Mas é fascinante. Imaginem-nos a gesticular como italianos para atender uma chamada ou para escrever um texto como este ( pergunto-me se a nova tecnologia gestual permitirá dar um puxão de orelhas ao corrector automático cada vez que ele fizer das suas ?). Agora imaginem alemães a gesticular como italianos. Esta visão, no silêncio sepulcral do lounge da Lufhtansa, estampou-me um sorriso largo no rosto ( ainda não inventaram felizmente uma tecnologia que leia pensamentos).

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