Quem disse que o amor não pode ser científico?

É um lugar comum dependurar uma factura nos fatos dos cientistas: são loucos. Não me perguntem porquê ( eu sou uma mulher de ciências sociais) mas no meu círculo de amigos e conhecidos há muitos cientistas, físicos  e engenheiros apaixonados por física ( os maiores chatos do mundo quando se trata de jogar bilhar ou de explicar fenómenos simples da vida, adiante). A minha filha mais velha tem uma devoção maior pela  Física do que pelo Justin Bieber ( vá lá a gente entender o cérebro dos adolescentes). Ohmmm.

Conheço (muito de perto) alguém que planeia as férias em tabelas de Excel ( não é o ministro das Finanças português) e calcula  desvios matemáticos na utilização das horas disponíveis para visitar determinado museu. Recordo com prazer as horas ( surreais) que passei a conversar com um entomólogo norte-americano  sobre insectos amazónicos , para ele autênticas obras de Goya ( a dada altura o conceituado professor universitário deitou-se no chão, debaixo de um carro, para me mostrar, argg, um determinado  insecto).

Os cientistas transcendem as limitações da vida “real” e podem contar sempre com um cientista para arranjar um pedido de casamento com estilo.

Ora leiam o pedido de casamento deste físico: “Um estudo longitudinal sobre a interacção de dois corpos”. Que maravilha. Dentro do peito de um cientista também bate um coração.

PS- A amada respondeu de forma bem sóbria: colocou um simples “yes” na check box. Love it.

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