Sugestão de leitura ( para os grandolenses)

A “Grândola” ficou como símbolo do 25 de Abril. Polissémico, como qualquer símbolo. Mas centrado no advento da liberdade, diz, pensa e acima de tudo sente, o discurso higiénico português. Esse que, bem na tradição colonialista da “esquerda”, do “centro” e da “direita” portuguesa, esquece que ela é também (fundamentalmente?) o símbolo da paz, do fim do nacionalismo bacoco, serôdio, anacrónico, que se traduzia em práticas político-administrativas-económicas brutais e numa guerra violentíssima, prolongada, injusta. E … inútil.

José Teixeira no Delito de Opinião

 

Porque ser-se livre é um dos exercícios mais díficeis que existem.

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