Mapas inexistentes, caminhos incertos

Olho o mapa e sinto-te as cores.

Dos rios que atravessei, das ruas que me encantaram, do deserto que pinto de memória.

Faltam-me os teus matizes de vermelho nas picadas, o verde das selvas, as minhas e as onde jamais passarei.

Doem-me as tuas dores, salgam-me a boca as tuas lágrimas, enche-me de luz o teu sorriso.

Sonho os teus mapas inexistentes e por teus caminhos incertos. África mãe, África madrasta, África cruel, África cor.

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2 thoughts on “Mapas inexistentes, caminhos incertos

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