Porque o email não é tudo

Os postais são os seus cigarros. Antes fumava um maço por dia hoje. Hoje, o alemão Willhem Janssen escreve e é recordista mundial no envio de postais (em menos de seis anos enviou 6820). Um hobby a tempo inteiro. No seu sotão estão guardados doze mil postais com motivos alemães – castelos, paisagens, arquitetura – à espera de momento de largarem amarras.

Tudo começou com um informático português, Paulo Magalhães, que por gostar de receber correio real, com textura e cheiro de paragens longínquas criou uma pagina na internet a www.postcrossing.com. O principio é simples: quem envia um postal recebe outro em troca. De 2005 para até ao momento já foram enviados pelos utilizadores da página – mais de 300 mil, oriundos de 202 países – quase dez milhões de postais.


3 thoughts on “Porque o email não é tudo

  1. Qe saudades de receber postais e cartas na caixa à chuva… E escrevi até bastante “tarde”, fazia questão, sobretudo no natal. Com a maternidade e os afazeres, de vária índole, e, claro, a rapidez do e-mail, foi-se o tempo, o hábito, o prazer. Meu e provavelmente de outros, como tão bem ilustra.

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  2. Cara Helena,
    A minha vida ficou mais bonita depois deste seu post 🙂
    Ao longo destes 3 meses tenho enviado e recebido muitos postais, e realmente é muito interessante 🙂
    Agradeço-lhe a divulgação do Postcrossing!
    Um abraço,
    Lidia

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