Não vou lá visitar pastores como o Ruy Duarte de Carvalho, mas jornalistas. Ter o privilégio de trabalhar com eles numa rádio comunitária. Olhar pela fresta por onde se espreita um mundo, o deles.
Sabia tão pouco acerca da Namíbia: pedaços da história colonial e pós-colonial, a corrente fria de Benguela que passa ao largo e o deserto. Tinha lido sobre os leões que caçam na praia. Nos últimos dias nem precisei de partir para viajar, descobri as paisagens, os povos de um horizonte que não era o meu ( e caso meu chefe também esteja a ler: sim estudei todas as trezentas páginas do relatório).
Agora que estou a caminho quero olhá-la, bebe-la, até lhe “reconhecer de olhos fechados o odor”. Quero regressar carregada de histórias e com a sensação dever cumprido. Meta ambiciosa a minha.
PS- Este blog regressa ao sul, primeiro a Moçambique e depois rumo à Namíbia. Irá sendo actualizado se deus da internet africana e o ritmo de trabalho o permitirem. Até já.

Sou um apaixonado pelo Sul, embora noutras latitudes. moçambique, adoro!
Boa viagem, bom trabalho, boa experiência.
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Obrigada Carlos pelos bons desejos. Ou como se diz por aqui Kanimambo!
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