Ecoescultura

Perdeu um catamaran? Não há motivos para preocupação. Está na Colusa Avenue em Berkeley. Procura tábuas de passar a ferro? Cabos de guarda-chuva. Também encontra lá. Ou pelo menos parte deles.

A primeira vez que visitei Berkeley, cidade boémia e intelectualmente activa, não foi a cidade que me impressionou logo. Mas as pessoas. Berkeley é uma cidade de excêntricos neo-hippies e zen yuppies. Aqui o stress parece não existir. Os dias começam com uma inevitável ida ao café, passam por uma refeição orgânica, vegetariana ou vegana – num dos muitos e excelentes restaurantes da cidade  – ou uma fatia de pizza , comida sentada na relva do separador central da Telegraph Avenue,  e acabam com  uma aula de ioga. Oomm, oomm.

 Mark Olivier é um dos muitos excêntricos de Berkeley. Há cerca de sete anos que este carpinteiro transforma os detritos que dão à costa nas praias da East Bay em esculturas de fazer parar o trânsito. Literalmente.

A colecção do eco-escultor, dissipa a banalidade do lixo e há muito que não respeita as linhas de propriedade. Já colonizou os jardins de uma dúzia de vizinhos, numa versão muito berkeliana de recusa da propriedade privada e de liberdade artística. It’s Berkeley man.

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