Notas breves da Polónia II

A Polónia fascina-me. Talvez por ser agreste. Talvez pela overdose de história e simbolismo. Talvez por ser triste e belíssima em simultâneo. Talvez por não ser óbvia.  Talvez porque me ajuda a lembrar o que é verdadeiramente importante. A pôr tudo na proporção.

No momento em que escrevo estas notas soltas passam na televisão polaca as imagens da Líbia, vejo a história a escrever-se na retina e não consigo deixar de pensar que Gdansk, que 1989 foi ontem.

Como escrevia recentemente o “Der Standard”, pensar que a democracia constitui “um risco é uma objecção tão velha como a aspiração à liberdade. É sempre formulada por quem tem estabilidade. Se os nossos antepassados lhes tivessem dado ouvidos, viveríamos ainda como servos, sob a alçada do clero e o chicote dos príncipes”.

 


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