Adeus Malangatana

A mão do pintor faz da  tela o palco  onde as estórias nascem. Antigas e contadas sempre pela primeira vez. Declinadas em cores da terra, da dor de África e doutros lugares, da guerra, de mulher e sensualidade. Telas a paredes meias com a poesia. Moçambicanamente universais. Sei pouco de técnicas de pintura ou da sintaxe das suas linguagens. Porém sei, que cada trabalho plástico de Malangatana, tem som de timbilas e ruído de mar. Tem um país  imenso dentro.

Malangatana morreu hoje em Matosinhos.


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