Timbilando

 Maputo tem uma vida cultural de fazer inveja a qualquer cidade europeia. Desde cinema ao ar livre, jazz ao vivo, contadores de histórias, exposições internacionais, lançamentos de livros ou festivais de música.

A uma centena de metros do meu hotel fica o “Franco”, o Centro Cultural Franco-Moçambicano. O belo edíficio colonial, antigo Hotel Clube, construído em 1896, é a encruzilhada das culturas do mundo em Maputo. Em Setembro recebe habitualmente o Dockanema- festival de Documentário- e durante o restante ano oferece mostras plásticas,concertos e espectáculos de dança.

Sexta-feira foi dia, ou melhor noite, da Timbila Muzimba, uma orquestra de percussão,  que estabelece uma fusão entre os sons e ritmos tradicionais das timbilas – da família dos xilofones fabricados com madeira de Mwenje- com os dos instrumentos modernos, somando-lhe a dança Nyau, praticada por vários grupos étnicos espalhados pelas regiões transfronteiriças de Moçambique, Malawi e Zâmbia. Timbila Muzimba é considerada património mundial da humanidade pela UNESCO, desde 2004.

Só sei que me fizeram  suar toda a água do corpo e abençoar os 300 meticais – cerca de seis euros – do bilhete.

 


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